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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ácidos, Bases e Indicadores

 


                  Na Terça-feira do dia 15 de agosto, no turno da tarde foram realizadas as atividades práticas referentes aos ácidos, bases e indicadores, juntamente com a supervisora e as bolsistas do PIBID para as turmas do 9º ano (9º A - 9º B - 9º C). Os alunos estavam organizados em grupos e trouxeram de casa substâncias indicadoras como: leite, suco de limão, refrigerante, sabão em pó (dissolvido em água), água, água sanitária e bicarbonato de sódio (dissolvido em água), para que pudessem realizar a prática. Os indicadores utilizados foram o Papel Tornassol (azul e vermelho), Fenolftaleína, Azul de Bromofenol e fitas de pH.

                  A definição mais tradicional para ácidos e bases foi desenvolvida no final do século XIX, por Svante Arrhenius, um químico sueco, que estabeleceu os ácidos como substâncias que em solução aquosa liberam íons hidrogênio (H+), enquanto as bases, também em solução aquosa, liberam hidroxilas (OH-).

                  Os ácidos possuem sabor azedo, como o encontrado nas frutas cítricas ricas em ácido. Já as bases possuem gosto semelhante ao do sabão (sabor adstringente). Mas, felizmente, há modos mais eficazes e seguros de identificar ácidos e bases do que o paladar. A acidez ou basicidade de uma solução está relacionada à sua concentração hidrogeniônica e uma maneira simples de representar esta concentração é através do seu pH. É possível medir a concentração de hidrogênio iônico em uma solução a partir de uma escala logarítmica inversa, que recebeu o nome de potencial hidrogeniônico, ou simplesmente, escala de pH.


                  Indicadores são substâncias orgânicas que apresentam coloração característica de acordo com o meio onde se encontram. Estas substâncias têm a propriedade de mudar de cor dentro da zona de transição do indicador, com as variações de pH do meio. Geralmente os indicadores são ácidos ou bases fracas que ao se unirem aos íons H+ ou OH- mudam de cor devido uma alteração em sua configuração eletrônica.

  • Azul de Bromofenol apresenta coloração amarela (pH até 3.5), ou verde (pH acima de 3.5 até pH 4.5) e coloração azul com pH acima de 5.
  • Fenolftaleína em meio ácido apresenta-se incolor e em meio alcalino na cor rosa
  • Papel Tornassol azul em solução ácida adquire coloração vermelha. Papel Tornassol vermelho em solução alcalina adquire coloração azul.
                   Os alunos receberam uma tabela para preencherem as lacunas conforme a prática, primeiramente utilizaram o indicador com Papel Tornassol, em uma Placa de Petri colocaram o suco de limão e na outra placa colocaram a água sanitária. Em cada placa colocaram uma tira de Papel Tornassol Azul e Vermelho, observaram acidez e basicidade de cada substância.


Placas de Petri com as substâncias e papéis Tornassol com cores modificadas.

                    O suco de limão como é um ácido cítrico, o Papel Tornassol Azul obteve a coloração vermelha, o que mostrou ser ácido. Na água sanitária, o Papel Tornassol Vermelho obteve a coloração Azul, concluindo assim a sua basicidade.
  • Tabela para Indicadores de Fenolftaleína, Azul de Bromofenol e pH.


                     Os alunos acrescentaram medidas aproximadamente de dois dedos de cada substância em 2 tubos de ensaio. Ex: 2 tubos de ensaio com leite, em um tubo de ensaio com leite adicionaram 3 gotas de Fenolftaleína e o outro tubo de ensaio com leite acrescentaram 3 gotas de Azul de Bromofenol, e assim fizeram com todas as substâncias. Anotaram as colorações de cada substância após adicionarem a Fenolftaleína e Azul de Bromofenol. 
                     
Tubos de ensaios com indicadores de Fenolftaleína e Azul de Bromofenol presentes nas substâncias.

                       Os alunos verificaram os valores de potencial de hidrogeniônico com as fitas de pH em substâncias sem indicadores, para obterem resultados mais exatos das classificações de cada substância (ácida ou alcalina), para também realizarem o descarte apropriado de cada uma, pois não se pode descartar diretamente em ralos as substâncias com indicadores que podem agredir o meio ambiente.

Alunos adicionando indicador de Fenolftaleína.

Aluna adicionando 3 gotas de Azul de Bromofenol. 

Alunos dissolvendo o sabão em pó na água.

Aluno preparando o suco de limão.

Tubos de ensaio com indicadores.
                        As aulas práticas são de extrema importância para os alunos associarem com as suas aulas teóricas e compreenderem cada vez mais.



Ficha Técnica:

Data: 15 de agosto de 2017.
Nº de alunos atendidos: aproximadamente 90 alunos.
Turmas: 9º ano (9º A - 9º B - 9º C).
Bolsistas envolvidas: Ana Paula de Souza, Luciana Bonato Lovato e Raquel De Villa.
Escola: EEEM. Mestre Santa Bárbara

Imagem: Escala de pH disponível em: < https://apiscina.files.wordpress.com/2015/04/escala-ph.jpg> acesso em ago. 2017.





sábado, 5 de agosto de 2017

Retomando as atividades!

Mais um semestre se inicia. Com ele novas ideias e tarefas a se realizar! Em vista disso, essa semana foi momento das bolsistas do PIBID da escola Mestre Santa Bárbara, se reunirem na tarde de quarta-feira para organizar e testar no laboratório as atividades a serem realizadas nos próximos meses, visando um melhor planejamento das mesmas.

Bolsistas em reunião na salas dos professores da escola.

Seguindo o que vinha sendo feito no semestre anterior, será dada a continuidade as aulas práticas de laboratório, de acordo com as solicitações dos professores, para que então possa haver a tão importante interação entre os conhecimentos teóricos e experimentais. E que assim o educando possa ser agente ativo na construção do seu conhecimento. 
Para os meses de Agosto e Setembro serão elaboradas e aplicadas práticas dos seguintes temas:
ü  Difusão e osmose
ü  Sistema Cardiovascular
ü  Artrópodes
ü  Ácidos e Bases
ü  Montagem de aquário
As atividades serão mais bem detalhadas de acordo com sua execução. Ainda as bolsistas atuarão em algumas práticas do LABCI na UCS.

Ficha técnica
Data: 02/08/2017
Local da reunião: EEEM Mestre Santa Bárbara
Bolsistas envolvidas: Ana Paula de Sousa, Luana Boeira, Luciana Bonatto Lovato, Raquel de Villa  e Tatiane Eitelven

terça-feira, 11 de julho de 2017

Aromatizador de ambiente caseiro


     Seguindo a jornada de confecção de produtos caseiros foi a vez do grupo de meninas da turma 23 elaborarem os seus. Elas tiveram a ajuda de uma das bolsistas do Pibid, porém toda mão de obra foi delas. Vejamos os materiais e modo de preparo:

MATERIAIS:

- 100 ml de álcool de cereais;
- 100 ml de água mineral sem gás à temperatura ambiente ou água destilada;
- óleo essencial com perfume de sua preferência;
- 1 garrafinha pequena para conter a mistura;
- conta gotas;
- vários palitos de churrasco ou palitos de bambu;
- corante alimentício na cor de sua preferência;
- 1 garrafa ou jarra de vidro para misturar tudo;
- 1 bastão de vidro para misturar;

MODO DE PREPARO: 

1. Colocar o álcool de cereais e a água no recipiente de vidro, adicionar o corante e mexer.

2. Colocar gotas da essência mexendo de leve.

3. Caso o perfume não esteja muito intenso, acrescentar gotas até que fique satisfeita.

4. Passar para vidros pequenos e de boca estreita.

5. Os palitos de bambu já estão prontos para uso, mas caso a opção seja por palitos de churrasco, corte a ponta com tesoura ou estilete na altura que desejar.

6. Mergulhar no líquido, deixar por meia hora, depois inverter e colocar novamente no frasco pequeno, deixando a parte úmida para cima.

7. Periodicamente virar os palitos.








Dicas:

– Quando o recipiente é muito pequeno e leve poderá colocar no fundo uma camada de pedrinhas de aquário.

– Para recipiente de gargalo mais largo, a dica é furar a tampa com o mesmo diâmetro do palito. Usar um prego ou furadeira.

– Quando precisar transportar seu aromatizador e para evitar que derrame, fazer uma “bolacha” de EVA ou massinha de modelar, retirar os palitos e aplicar na parte interna da tampa, colocando no lugar.
FICHA TÉCNICA

Data: 10/07/2017
Escola: EEEM Mestre Santa Bárbara
Turma: 23 M
Número de alunos atendidos: 5 alunos
Bolsistas envolvidas: Luana Boeira e Luciana Bonato Lovato.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Praticando Bioquímica com o Noturno!

     As duas primeiras semanas do mês de Julho de 2017 foram dedicadas à realização das aulas práticas sobre bioquímica celular com as turmas 11N e 12N do turno da noite da Escola Mestre Santa Bárbara.
     Na segunda à noite do dia 3 foi realizada a aula prática de Identificação de proteínas, através das soluções de alimentos preparadas previamente para sua realização, e na terça à noite do dia 4 realizou-se a prática de Identificação do Amido (Carboidratos), oportunizando assim, todas as turmas de 1° ano do Ensino Médio da Escola. Dando continuidade às práticas, no dia 11 foi realizada a extração do DNA do morango envolvendo o tema dos ácidos nucleicos.


 Aula prática de Proteínas.

 Comparação das cores das soluções com a tabela de proteínas.
 Aula prática de Carboidratos.


Aula prática extração do DNA do morango.

      Após a realização das aulas práticas, foram feitas as medidas do pH das soluções pelos alunos para se obter o descarte correto das mesmas.
Descarte das soluções.

     Na terça à noite foi realizada também a limpeza dos tubos de ensaio utilizados na aula prática de proteínas.


     É importante a interação e a complementação das aulas práticas no laboratório em relação ao que foi-se estudado em sala de aula. É através das práticas que os alunos são capazes de fazer relações e assimilar mais facilmente o conhecimento que ser quer transpor à eles.

      A estrutura do laboratório da Escola é ótima o que facilita e torna muito mais acessível a realização das aulas práticas.

Ficha Técnica:

Datas das atividades: 03, 04 e 11 de julho de 2017
Turmas: 1º anos E. Médio (11N e 12N)
Número de alunos atendidos: 60 alunos
Bolsistas envolvidos: Ana Paula de Souza, Luciana Bonato Lovato, Raquel De Villa e Tatiane Eitelven.
Escola: EEEM Mestre Santa Bárbara

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Relatório referente ao Terrário



           Nos dias  26 e 27 de junho, foram realizadas aulas para três turmas do 6º ano da Escola Mestre Santa Bárbara, com o intuito de que os alunos aprendessem a fazer um relatório. O relatório foi feito referente aos terrários que as turmas fizeram nos dias 15 e 16 de maio e que acompanharam durante 4 semanas e anotando o que observaram em suas planilhas.
           Primeiramente as bolsistas questionaram os alunos que nunca haviam feito um relatório, o que eles pensavam que seria um relatório. O relatório, como o próprio nome diz, é o relato detalhado de um experimento científico. Sempre quando fizermos um relatório devemos ter sempre em mente as seguintes questões:

  • Quem ler este relatório conseguiria entender o que foi feito e como?
  • Este mesmo leitor seria capaz de repetir o que foi feito tendo como guia apenas o meu relatório?
           Após feito estes questionamentos, os alunos foram orientados com o passo a passo de um relatório na seguinte ordem:

  1. Capa - identifica o assunto contido no documento; 
  2. Introdução - explica a importância do estudo e do experimento;
  3. Materiais e métodos - descreve detalhadamente tudo que foi feito;
  4. Resultados e discussão - relata os resultados obtidos e compara com o conteúdo estudado;
  5. Conclusão - é a avaliação da prática e do trabalho feitos;
  6. Bibliografia - identificação das fontes de informação (livros, revistas, jornais, internet...)
          Os alunos anotaram tudo em seus cadernos, as bolsistas explicaram cada parte do passo a passo e também deram dicas referente ao terrário, os alunos irão fazer os relatórios nas férias e entregarão individualmente quando retornarem as aulas, conforme combinado com a professora Élida Bortolon.

Passo a passo na lousa.
Bolsistas explicando.

Bolsistas explicando e passando passo a passo na lousa.


Alunos prestando atenção na aula.

Alunos prestando atenção na aula.

Caderno com anotações do relatório.

Planilha e anotações referente ao relatório.
Planilha e anotações.

Aluna fazendo anotações referente ao relatório.


Planilha e anotações.



            O relatório tem como um de seus principais objetivos informar com exatidão e clareza como o experimento foi realizado. Para o estudante aprender a elaborar um relatório significa, antes de mais nada, aprender a organizar dados, informações e resultados obtidos e transmiti-los de maneira correta.
            Este relatório servirá de base para os outros relatórios que os alunos irão fazer para outros experimentos no decorrer do ano, e assim futuramente farão com mais facilidade em suas vidas acadêmicas.


Ficha Técnica:

Datas das atividades: 26 e 27 de junho de 2017
Turmas: 6º anos
Número de alunos atendidos: 90 alunos
Bolsistas envolvidos: Ana Paula de Souza, Luana Boeira, Luciana Bonato Lovato e Raquel De Villa
Escola: EEEM Mestre Santa Bárbara

sexta-feira, 30 de junho de 2017

LABCI - observando a Anatomia e a Histologia Humana


No dia 27 de junho de 2017 a Escola José Pansera da cidade de Pinto Bandeira participou do projeto LABCI - Laboratório de Ciências da Universidade de Caxias do Sul no campus de Bento Gonçalves. A Escola trouxe 58 alunos de quatro turmas (dois oitavos e dois nonos anos), tendo sido solicitado com a antecedência prevista pelas normas do projeto aulas referente à Anatomia e à Histologia Humana. 
Para a atividade de Anatomia, abordou-se o Sistema Esquelético humano, onde fez-se uso dos modelos anatômicos (esqueletos), para trabalhar as principais funções desse sistema, partes que o constituem, diferenças entre o Sistema Esquelético feminino e masculino.
Ainda trataram-se alguns problemas que podem afetá-lo, mais especificadamente a coluna vertebral (cifose, lordose e escoliose), devido a questões de descuidos com a postura corporal. Alertando para fatos muito comuns de serem visualizados com adolescentes: mochila sendo carregada em apenas um ombro, má postura na classe da sala de aula, ao celular, computador... E em tantas outras atividades diárias.
Também foi entregue para cada aluno uma folha contento duas imagens do Sistema Esquelético humano e algumas partes específicas, para que pudessem juntamente a explicação e interação com o modelo anatômico localizar e preencher na folha os nomes de cada parte. Da mesma forma tiveram que diferenciar qual era o esqueleto masculino e feminino e justificar as características que levaram em conta.
Para dinamizar a prática os alunos ainda identificaram no seu corpo a localização de alguns ossos componentes do sistema esquelético, conforme solicitado.
A atividade foi bastante interessante, pois contou com a interação do grupo!
A aula de histologia foi marcada por diversas perguntas instigantes, a fim de fazer com que os estudantes relembrassem os conteúdos já vistos em sala de aula. Foram abordadas as principais características de cada tipo de tecido: epitelial, conjuntivo, nervoso e muscular. Para poderem aproveitar melhor a prática, a bolsista explicou como manusear os microscópios, após, divididos dois a dois, cada dupla recebeu uma lâmina histológica pronta para que manuseassem o equipamento com o objetivo de visualizarem o tecido recebido. Primeiramente utilizaram a lente de 4x e depois a de 10x. A segunda etapa foi desvendar de qual órgão a lâmina de cada dupla era assim, ao final, todos observaram as lâminas de todas as duplas.

Aula de Anatomia.

Aula de Anatomia.

Aula de Anatomia.

Aula de Anatomia.

Aula de Anatomia.


Aula de Histologia.

Aula de Histologia.

Aula de Histologia.

Aula de Histologia.


Ficha Técnica:

Escola: Escola Estadual de 1º Grau José Pansera
Turma: 8° e 9º anos (2 turmas de cada ano)
N° de alunos atendidos: 58 alunos
Bolsistas envolvidas: Luana Boeira e Tatiane Eitelven
Data da atividade: 27/06/2017 

sábado, 24 de junho de 2017

Extração de DNA "caseira"


   
     Infinitas vezes, professores ou apenas curiosos pelo funcionamento dos fenômenos naturais encontram barreiras na busca pelo conhecimento e/ou seu esclarecimento. Uma delas é a falta de soluções químicas, não comumente utilizadas no dia a dia, para realização de experiências. Neste exemplo de extração caseira de DNA serão substituídas as clássicas soluções por similares em função, porém típicos no uso doméstico. Neste protocolo foram utilizados morangos (pela suas vantagens de manuseio), mas podem ser substituídos por outras frutas.

PROCEDIMENTOS:

1. Selecionar 3 morangos e tirar os seus cabinhos verdes.

2. Colocar os morangos dentro de um saco plástico e macerá-los pressionando-os com os dedos até obter uma pasta quase homogênea. Transferir a pasta de morango para um copo.





3. Em outro copo misturar 150 ml de água quente, uma colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexer bem com o bastão de vidro, porém devagar para não fazer espuma.




4. Colocar cerca de 1/3 da mistura de água, sal e detergente sobre o macerado de morango. Misturar levemente com o bastão de vidro.




5. Incubar em temperatura ambiente por 30 minutos. mexer de vez em quando com o mesmo bastão.

6. Colocar uma peneira sobre um copo limpo e passar a mistura pela peneira para retirar os pedaços de morango que restaram.




7. Colocar metade do líquido peneirado em um tubo de ensaio. Colocar apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo.



8. Despejar delicadamente no tubo (pela parede do mesmo), sobre a solução, dois volumes de álcool  gelado (pelo menos 24h no congelador) com a solução. Aguardar cerca de 3 minutos para o DNA começar a precipitar na interfase.




9. Passo opcional. Usar um palito de vidro, plástico ou madeira para enrolar as moléculas de DNA. Gire o palito na interfase entre a solução e o álcool.









10. Passo opcional. Fazer uma lâmina com uma pequena porção da nuvem de DNA retirada do tubo de ensaio e visualizar em microscópio.


FICHA TÉCNICA
Data: vários dias durante o mês de junho.
Escola: EEEM Mestre Santa Bárbara
Turma: 9 turmas do primeiro ano do Ensino Médio, sendo uma do turno da tarde e as demais do turno da manhã.
Número de alunos atendidos: 270 alunos
Bolsistas envolvidas: Ana Paula de Souza, Cristiane Bernardi, Luana Boeira, Raquel de Villa, Tatiane Eitelven e Luciana Bonato Lovato.

Referências bibliográficas:
Protocolo: Extração caseira de DNA do morango. Disponível em: <http://www.genoma.ib.usp.br/sites/default/files/protocolos-de-aulas-praticas/extracao_dna_morango _web1.pdf> Acesso em: 15/05/2017.