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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Dinâmica Célula Animal e Célula Vegetal

Alunos atentos às orientações.

    Essa oficina foi realizada na tarde de 21 de setembro de 2017, com duas turmas de 5° ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Pedro Rosa onde foram atendidos 42 alunos.
  
    O intuito desta oficina foi relacionar o conhecimento da Biologia Celular com o dia a dia dos alunos, através da prática e da observação de microscopia óptica de células vegetais e animais.

    Foram realizadas duas atividades práticas com os mesmos, onde puderam diferenciar e comparar estes dois tipos celulares, usando como modelos epiderme de cebola para a célula vegetal e esfregasso da parede da mucosa bucal para observação de célula animal. Estas lâminas foram confeccionados pelos próprios alunos da escola visitante.
Alunos realizando as observações nos microscópios

    Além da confecção de lâminas os alunos também puderam observar lâminas permanentes de caule de Pinus e de pele espessa, uma vez que um dos objetivos dessa prática é aprenderem a manusear o microscópio óptico.

    A participação dos alunos foi gratificante, pois demonstraram grande interesse, se envolvendo nas atividades propostas, respondendo questionamentos, de forma que houve uma mutua troca de conhecimento entre bolsistas e alunos.

    O trabalho realizado em dupla, possibilitou que as bolsistas se sentissem mais seguras e à vontade para desenvolver o conteúdo proposto. Como todas as atividades de LABCI, esta também possibilitou que bolsistas do PIBID pudessem atender alunos de outras escolas, além das parceiras, enriquecendo a formação docente.

   Por meio desse tipo de oficina, fica evidente que a prática aliada a teoria é de suma importância para o maior aproveitamento dos conteúdos.

Foto de despedida para guardar de lembrança!
FICHA TÉCNICA:

Data: 21 de setembro de 2017.
Nº de alunos atendidos: aproximadamente 42 alunos.
Turmas: 5º ano A e B
Bolsistas envolvidas: Bruna Trevisol Dupont e Thaísa Dal Pizzol.
Escola: EEEF. Pedro Vicente da Rosa

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Coração Partido.. no Sistema Cardiovascular!

Selfie com o coração!

                Nas tardes dos dias 05 e 06 de setembro, e na noite de 05 de setembro, foram realizadas as práticas do Sistema Cardiovascular juntamente com as bolsistas, foram atendidas 9 turmas de 1º ano do Ensino Médio da Escola Mestre Santa Bárbara.

                O sangue oxigenado é bombeado pelo ventrículo esquerdo do coração para o interior da aorta. Essa artéria distribui o sangue oxigenado para todo o corpo, através de inúmeras ramificações.
Bolsista orientando os alunos.
               Nos tecidos, o sangue libera gás oxigênio e absorve gás carbônico. O sangue venoso (rico em CO₂) é transportado por veias diversas, que acabam desembocando na veia cava superior e na veia cava inferior. Essas veias levam então o sangue venoso até a aurícula direita e assim, o sangue venoso passa para o ventrículo direito e daí é transportado até os pulmões pelas artérias pulmonares.
                Nos pulmões (pequena circulação), o sangue libera CO e absorve O captado do ambiente pelo sistema respiratório. Esse processo chama-se Hematose.
                Então, o sangue arterial (rico em O) retorna a aurícula esquerda do coração, transportado pelas veias pulmonares. Da aurícula esquerda, o sangue arterial passa para o ventrículo esquerdo e é impulsionado para o interior da aorta, reiniciando o circuito. Num circuito completo pelo corpo (grande circulação), o sangue passa duas vezes pelo coração.


                Materiais utilizados:
  • Bandeja;
  • Luvas;
  • Bisturi;
  • 6 corações de porco que é semelhante ao coração humano (1 inteiro e 1 aberto para cada grupo);
  • Alfinetes;
  • Números;

Bolsista orientando os alunos.

                Os alunos foram divididos em dois grupos, um para cada bolsista, foi deixado um coração inteiro para mostrar as suas partes externas e como ele fica localizado no interior da cavidade torácica, entre os dois pulmões, o ápice fica voltado para baixo, para a esquerda e para frente. O outro coração foi aberto com um bisturi para serem analisadas as suas partes internas e como ocorre a circulação. O coração bombeia o sangue para todo o corpo, o sangue entra na aurícula direita passa para o ventrículo direito através da valva atrioventricular direita, e o sangue que entra na aurícula esquerda passa para o ventrículo esquerdo através da valva atrioventricular esquerda. Uma aurícula não se comunica com outra aurícula, assim como um ventrículo não se comunica com outro ventrículo, o septo interventricular impede que isso aconteça.

       



                 Os alunos receberam uma folha, onde tiveram que preencher com números conforme a imagem a seguir.

                 Conforme eram feitas as explicações os alunos tiveram que "espetar" alfinetes com números no coração conforme suas partes, através da mesma numeração encontrada na folha e foram completando simultaneamente.

Coração com suas partes enumeradas.

                  As aulas práticas são de extrema importância para os alunos associarem cada vez mais com as aulas teóricas.
Bolsistas com os alunos.




FICHA TÉCNICA:

Data: 05 e 06 de setembro de 2017.
Nº de alunos atendidos: aproximadamente 270 alunos.
Turmas: 1º ano E. Médio (11M, 12M, 13M, 14M, 15M, 16M, 17M, 18M, 19T).
Bolsistas envolvidas: Ana Paula de Souza, Bruna Trevisol, Luana Boeira, Luciana Bonato Lovato, Raquel De Villa e Tatiane Eitelven.
Escola: EEEM. Mestre Santa Bárbara
              

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Montando o aquário!

Após os alunos dos sextos anos terem a oportunidade de observar mais de perto os elementos presentes no ecossistema terrestre através dos terrários, chegou à vez de fazer o mesmo com o aquático. Para isso será trabalhado com as turmas a montagem de um ecossistema aquático artificial por meio de um aquário, que representará um modelo do ambiente natural, possibilitando assim, a observação e medição de fatores limitantes que permitem um melhor entendimento do funcionamento desse meio.
O aquário foi estabelecido no Laboratório de Ciências, onde serão desenvolvidas todas as atividades relacionadas a ele. Num primeiro momento, a professora de Ciências da turma selecionou alguns alunos, para participar do processo de montagem, juntamente com as bolsistas do PIBID. Esses, ficaram encarregados de repassar o que foi feito aos demais colegas.
Primeiramente, o aquário foi fixado em uma mesa, num local do Laboratório de Ciências da escola com iluminação adequada. Após foi preenchido o fundo da cuba, reservatório de vidro, com pedriscos, que é muito importante, pois aumenta a superfície de contato entre a água e o fundo, atuando também como um filtro biológico. Seguindo, foi adicionada a água, meio vital para o desenvolvimento dos organismos aquáticos. 
Aluna adicionado água no aquário.
Utilizou-se água da torneira com auxílio de um balde. O uso de água da torneira só foi possível, porque será aguardado determinado tempo antes de inserir os peixes, caso contrário dever-se-ia fazer o uso do anti cloro. A capacidade do aquário é de 50l, esse aspecto deve ser observado com cuidado na hora de escolher a quantidade de peixes a ser inserida. O adequado é ter 1 cm de peixe por litro de água.
Após foram instalados os equipamentos acessórios que são extremamente necessários para obter um resultado positivo com o aquário, foram eles: Bomba submersa, para efetuar a agitação da água, fazendo assim uma boa oxigenação por todo o meio do aquário, sendo fundamental para os peixes e para as bactérias aeróbicas que transformam Nitrito em Nitrato. O termostato, para manter a temperatura da água constante.  O Termômetro para verificação da temperatura da água.  O Filtro, que além da filtragem da água, auxilia na movimentação da mesma. 


Aluno colocando água no filtro.

Finalizando, foi adicionada, matéria orgânica (ração de peixe), para que as bactérias que fazem o ciclo do Nitrogênio possam iniciar seu trabalho.

Alunos inserindo matéria orgânica do aquário.

Agora serão aguardadas algumas semanas, para que o aquário possa estabilizar e então possam ser inseridos os peixes. E a partir dai o ecossistema montado será melhor explorado pelas três turmas de sextos anos da escola!

 FICHA TÉCNICA
Data: 22/08/17- no turno da tarde. 
Escola: EEEM Mestre Santa Bárbara
Turma: 6º ano B
Número de alunos atendidos: 5 alunos
Bolsistas envolvidas: Raquel de Villa, Tatiane Eitelven e Luciana Bonato Lovato.






quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Prática de Difusão e Osmose!

    A semana do dia 07 de Agosto de 2017 foi totalmente dedicada às atividades práticas relacionadas ao transporte de substâncias com as turmas de 1º ano do Ensino Médio da Escola Mestre Santa Bárbara.

  Foram realizadas diversas atividades com os alunos focando sempre no melhor entendimento e visualização da matéria exposta teoricamente, de forma prática, para que possam relacioná-las.

   Os alunos foram previamente instruídos a levar os materiais necessários para a realização destas atividades.

      A primeira atividade a ser iniciada, foi a atividade prática da Osmose da batata. Onde os alunos tinham que cortar a batata ao meio e nas duas metades fazer um buraco utilizando uma colher de chá. Após esse procedimento, em apenas uma metade, tinham que colocar uma colher de chá de NaCl e deixar repousar enquanto partimos para a próxima atividade.



    A segunda atividade proposta foi: Detectando a difusão, baseada no protocolo abaixo.



    Para complementar a atividade, foram feitos dois saquinhos de solução de amido, onde foram submersos em duas soluções: uma com iodo, e outra com azul de metileno, para que os alunos pudessem verificar qual das duas reagiu, em qual houve a difusão e o porque do resultado obtido. Portanto, através disso, os alunos puderam observar a passagem do solvente contendo iodo para dentro do saquinho preparado com solução de amido, através da membrana semipermeável que foi simulada neste experimento. A utilização do iodo foi proposital para que pudesse reagir com o amido, salientando a coloração resultante, já que "o filme plástico possui pequenos poros em toda sua extensão que são de um tamanho que impede a passagem de moléculas com um peso molecular maior do 10000. O amido possui um peso molecular maior do que 10000 e a solução de iodo possui um peso molecular menor do que 100."



     Ao longo das atividades, os alunos eram questionados, instigando seu raciocínio, através de perguntas sobre os experimentos.

       Ao término desta segunda atividade, os alunos foram instruídos a observar a batata que estava em repouso para tirarem suas próprias conclusões sobre o processo de osmose.

      Após, outra atividade sobre difusão foi realizada com a utilização de 3 copos de Becker, onde 1 continha água quente, 1 continha água em temperatura ambiente, 1 continha água gelada. Nestes copos foram colocados uma gota do composto azul de metileno para que os alunos pudessem observar a diferença na velocidade da difusão da gota em relação à diferença de temperatura da água, concluindo que na água quente o composto se dissolve mais rapidamente, devido à organização das moléculas de água no recipiente.

     Ao final da aula, foi demonstrado aos alunos, um simples exemplo de solução hipertônica utilizando duas folha de alface, que foram submersas em dois beckers, um com alta concentração de NaCl e outro sem nenhum soluto, no qual foi deixado repousando desde o início da aula, para poder observar a diferença entre os dois, exemplificando a plasmólise que ocorre nos vegetais. 


    É muito interessante o trabalho do PIBID para junto com as escolas auxiliando os professores no processo de efetuação das atividades práticas, tonando-se um bônus tanto para os bolsistas, no processo de aprendizagem da docência, quanto para os alunos e demais envolvidos.

Ficha Técnica:

Data: 07,08, 09, 10 e 11 de agosto de 2017.
Nº de alunos atendidos: aproximadamente 270 alunos.
Turmas: 1º ano E. Médio (11M, 12M, 13M, 14M, 15M, 16M, 17M, 18M, 19T).
Bolsistas envolvidas: Ana Paula de Souza, Cristiane R. B. Bernardi, Luana Boeira, Luciana Bonato Lovato, Raquel De Villa e Tatiane Eitelven.
Escola: EEEM. Mestre Santa Bárbara

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

LABCI: observando briófitas e pteridófitas


    No dia 22 de agosto de 2017 foi a vez da turma do 7º ano da escola Sagrado Coração de Jesus conhecer o projeto LABCI. 
    As atividades foram divididas em duas etapas, como o assunto era botânica já é de praxe percorrer, em um primeiro momento, uma trilha dentro do campus para coletar material. As divisões de interesse dessa vez foram briófitas e pteridófitas.
    Com o material coletado, os alunos foram para o laboratório onde puderam manusear as lupas eletrônicas para esmiuçar diferentes tipos de soros em pteridófitas e gametófitos e esporófitos em briófitas. A professora titular pediu para que os alunos desenhassem e tomassem nota das explicações para posterior confecção do relatório em sala de aula.










Ficha Técnica:

Data da atividade: 22 de agosto de 2017
Turma: 7º ano
Número de alunos atendidos: 27 alunos
Bolsista envolvido: Luana Boeira
Escola: Colégio Sagrado Coração de Jesus
Local: UCS/CARVI

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ácidos, Bases e Indicadores

 


                  Na Terça-feira do dia 15 de agosto, no turno da tarde foram realizadas as atividades práticas referentes aos ácidos, bases e indicadores, juntamente com a supervisora e as bolsistas do PIBID para as turmas do 9º ano (9º A - 9º B - 9º C). Os alunos estavam organizados em grupos e trouxeram de casa substâncias indicadoras como: leite, suco de limão, refrigerante, sabão em pó (dissolvido em água), água, água sanitária e bicarbonato de sódio (dissolvido em água), para que pudessem realizar a prática. Os indicadores utilizados foram o Papel Tornassol (azul e vermelho), Fenolftaleína, Azul de Bromofenol e fitas de pH.

                  A definição mais tradicional para ácidos e bases foi desenvolvida no final do século XIX, por Svante Arrhenius, um químico sueco, que estabeleceu os ácidos como substâncias que em solução aquosa liberam íons hidrogênio (H+), enquanto as bases, também em solução aquosa, liberam hidroxilas (OH-).

                  Os ácidos possuem sabor azedo, como o encontrado nas frutas cítricas ricas em ácido. Já as bases possuem gosto semelhante ao do sabão (sabor adstringente). Mas, felizmente, há modos mais eficazes e seguros de identificar ácidos e bases do que o paladar. A acidez ou basicidade de uma solução está relacionada à sua concentração hidrogeniônica e uma maneira simples de representar esta concentração é através do seu pH. É possível medir a concentração de hidrogênio iônico em uma solução a partir de uma escala logarítmica inversa, que recebeu o nome de potencial hidrogeniônico, ou simplesmente, escala de pH.


                  Indicadores são substâncias orgânicas que apresentam coloração característica de acordo com o meio onde se encontram. Estas substâncias têm a propriedade de mudar de cor dentro da zona de transição do indicador, com as variações de pH do meio. Geralmente os indicadores são ácidos ou bases fracas que ao se unirem aos íons H+ ou OH- mudam de cor devido uma alteração em sua configuração eletrônica.

  • Azul de Bromofenol apresenta coloração amarela (pH até 3.5), ou verde (pH acima de 3.5 até pH 4.5) e coloração azul com pH acima de 5.
  • Fenolftaleína em meio ácido apresenta-se incolor e em meio alcalino na cor rosa
  • Papel Tornassol azul em solução ácida adquire coloração vermelha. Papel Tornassol vermelho em solução alcalina adquire coloração azul.
                   Os alunos receberam uma tabela para preencherem as lacunas conforme a prática, primeiramente utilizaram o indicador com Papel Tornassol, em uma Placa de Petri colocaram o suco de limão e na outra placa colocaram a água sanitária. Em cada placa colocaram uma tira de Papel Tornassol Azul e Vermelho, observaram acidez e basicidade de cada substância.


Placas de Petri com as substâncias e papéis Tornassol com cores modificadas.

                    O suco de limão como é um ácido cítrico, o Papel Tornassol Azul obteve a coloração vermelha, o que mostrou ser ácido. Na água sanitária, o Papel Tornassol Vermelho obteve a coloração Azul, concluindo assim a sua basicidade.
  • Tabela para Indicadores de Fenolftaleína, Azul de Bromofenol e pH.


                     Os alunos acrescentaram medidas aproximadamente de dois dedos de cada substância em 2 tubos de ensaio. Ex: 2 tubos de ensaio com leite, em um tubo de ensaio com leite adicionaram 3 gotas de Fenolftaleína e o outro tubo de ensaio com leite acrescentaram 3 gotas de Azul de Bromofenol, e assim fizeram com todas as substâncias. Anotaram as colorações de cada substância após adicionarem a Fenolftaleína e Azul de Bromofenol. 
                     
Tubos de ensaios com indicadores de Fenolftaleína e Azul de Bromofenol presentes nas substâncias.

                       Os alunos verificaram os valores de potencial de hidrogeniônico com as fitas de pH em substâncias sem indicadores, para obterem resultados mais exatos das classificações de cada substância (ácida ou alcalina), para também realizarem o descarte apropriado de cada uma, pois não se pode descartar diretamente em ralos as substâncias com indicadores que podem agredir o meio ambiente.

Alunos adicionando indicador de Fenolftaleína.

Aluna adicionando 3 gotas de Azul de Bromofenol. 

Alunos dissolvendo o sabão em pó na água.

Aluno preparando o suco de limão.

Tubos de ensaio com indicadores.
                        As aulas práticas são de extrema importância para os alunos associarem com as suas aulas teóricas e compreenderem cada vez mais.



Ficha Técnica:

Data: 15 de agosto de 2017.
Nº de alunos atendidos: aproximadamente 90 alunos.
Turmas: 9º ano (9º A - 9º B - 9º C).
Bolsistas envolvidas: Ana Paula de Souza, Luciana Bonato Lovato e Raquel De Villa.
Escola: EEEM. Mestre Santa Bárbara

Imagem: Escala de pH disponível em: < https://apiscina.files.wordpress.com/2015/04/escala-ph.jpg> acesso em ago. 2017.





quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PIBID no LABCI: Rochas e formigueiro

     
     Nos dias 15 e 16 de agosto de 2017 as turmas do 6º ano da escola Mestre Santa Bárbara tiveram seu primeiro contato com os laboratórios da Universidade de Caxias do Sul, através do projeto LABCI. As bolsistas do Pibid que atuam nesses dois projetos puderam evidenciar as informações teóricas anteriormente vistas em aula com materiais concretos.
    Os assuntos foram rochas e minerais, complementando as aulas de geografia e visita ao formigueiro fechando o assunto dos ecossistemas vistos em ciências e acompanhado de perto pelo Pibid.
    As atividades foram realizadas a partir de uma breve introdução do que é o projeto LABCI, que proporciona vivências diferenciadas e completas para alunos da rede básica de ensino. Após, no laboratório de geologia foram instigados por perguntas que os levassem a lembrar dos diferentes tipos de rochas e como elas são formadas. Depois, enquanto no laboratório os estudantes puderam visualizar os minerais em lupa, grupos de mais ou menos oito alunos, visitavam o formigueiro com o acompanhamento de uma das bolsistas.
    











Ficha Técnica:

Datas das atividades: 15 e 16 de agosto de 2017
Turmas: 6º anos (3 turmas)
Número de alunos atendidos: 90 alunos
Bolsistas envolvidos: Ana Paula de Souza, Luana Boeira, Tatiane Eitelven e Raquel De Villa
Escola: EEEM Mestre Santa Bárbara
Local: UCS/CARVI